Entre os dias 10 e 12 de agosto de 2026, a FENASPS participou de uma série de reuniões no INSS, cobrando o cumprimento dos acordos de greve, a valorização da Carreira do Seguro Social, melhores condições de trabalho e o enfrentamento ao modelo produtivista de gestão que tem ampliado a sobrecarga e o adoecimento da categoria.
A Federação reafirmou que as mesas e os comitês não podem funcionar como espaços meramente formais. É necessário garantir a participação efetiva dos trabalhadores, prazos objetivos e encaminhamentos concretos para as reivindicações apresentadas.
Mesa Setorial da Carreira do Seguro Social — 10 de agosto
A FENASPS cobrou a implementação da NR-01 e das Comissões Internas de Saúde e Segurança do Trabalho do Servidor Público (CISSP), medidas de combate ao assédio, a regularização das compensações das greves de 2022 e 2024 e a atualização dos estudos sobre a incorporação da GDASS ao vencimento básico.
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Comitê Gestor Nacional de Avaliação de Desempenho — CGNAD — 10 de agosto
A Federação contestou o modelo produtivista de avaliação instituído pela IN nº 201/2026 e pelo AvaliaGov, cobrou a manutenção da suspensão dos ciclos de avaliação e reafirmou que nenhuma alteração nos critérios da GDASS pode ocorrer sem discussão prévia no CGNAD.
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Comitê Gestor da Carreira do Seguro Social — 11 de agosto
Foram debatidos a tramitação da minuta de decreto sobre as atribuições da carreira, o nível superior para ingresso no cargo de Técnico do Seguro Social, o Adicional de Qualificação e a incorporação gradual da GDASS ao vencimento básico.
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Comitê Permanente sobre Processos de Trabalho — 12 de agosto
A pauta central foi a reformulação da Portaria nº 1.879/2025. A FENASPS apresentou propostas para corrigir os critérios de abatimento de metas diante das falhas sistêmicas e discutiu os problemas relacionados ao trava-caixa, às Revisões de Ofício Informadas (ROI) e ao Supertec.
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A FENASPS seguirá cobrando o cumprimento dos prazos e encaminhamentos definidos. Os avanços nas mesas e nos comitês são resultado da luta organizada, mas somente a mobilização da categoria poderá transformar propostas e compromissos em direitos efetivos.
Sem luta não há valorização da carreira!
*Fonte: FENASPS















